A comunicação humana na sociedade de comunicação digital

A perícia técnica em realizar tarefas não implica na competência destas pessoas em comunicarem-se, constituindo uma sociedade que queriam pertencer.

Mandar ofícios, teclar, postar, concordar ou discordar não sustenta uma comunicação interativa com diferenciação das intenções, atitudes, posturas, comportamento de cada parte e dos resultados em comum. Falta-nos e muito nossa capacidade de interagir pessoalmente em busca de nossos melhores interesses desde os bancos escolares até os espaços sociais e políticos.

 

A comunicação humana dialógica e interativa não a é de um para muitos.

 

Essa é a comunicação de massas.

 

Em comunicação de massas o objetivo é sensibilizar o consumidor, definido como o objeto das ações de consumo seja consumo de produtos, serviços e mesmo de ideias.

A inteligência relacional formando redes, só pode acontecer entre poucos, coativamente, com uns se colocando no lugar dos outros, todos interagindo e ninguém só na plateia assistindo.

 

É um desafio cada indivíduo ou grupo singular se situar como tal perante os demais construindo um mundo coletivo no qual todos queiram pertencer, mantendo sua originalidade individual e coletiva.

O eu é uma dimensão de experiências, atitudes e comportamentos diferente das do tu, num mesmo contexto. O nós que dai resulta é específico ao que ambos querem alcançar. Redes humanas são constituídas de eus, tus, nós e eles. O eu interage consigo mesmo numa dimensão diferente da qual interage com o outro e ambos constituem uma dimensão nós que é uma outra dimensão, o nós, incluindo em relação a de eu e do tu.

Inscreva-se para ler todos os textos disponíveis

inte.gif