È possível pensarmos juntos?

Nesse momento centenas de vacinas fabricadas por diferentes conglomerados de cientistas, grupos farmacêuticos e investidores competem e concorrem entre si quando o mesmo esforço poderia ser composto com muito mais eficiência, eficácia e efetividade, dar mais lucro de forma mais distribuída e ser acessível a todos. Isso se as pessoas se organizassem como um imaginário realmente coletivo.


Um dos melhores exemplos dessa falta de inteligência coletiva é o abismo entre as pesquisas dos cientistas demonstrando estatisticamente a alta probabilidade de haver uma pandemia viral há mais de 15 anos, oferecendo detalhes de como ela se daria, de como as formas de contágio e qual seria o período crítico e os efeitos reais disso na vida dos países.


Nem mesmo discursos enfáticos do então presidente dos EUA, Barak Obama e palestra brilhante de dos homens mais influentes do mundo, Bill Gates produziram alguma repercussão no imaginário coletivo. Agora parece surpreendente. Mas se a gente examinar o imaginário de quem ouvia , a maior parte das pessoas simplesmente não parou para pensar nisso. Estavam ocupados em fazer coisas que no final das contas foram gravemente impactadas pelas projeções de futuro dos cientistas.


Não há como formar um imaginário coletivo coerente seja do ponto de vista formal seja ele verdadeiro ou falso, se a expectativa das pessoas não está mobilizada para compô-lo. A história mostra, porem, como a formação de imaginários distorcidos e manipulados pelo marketing de muitos líderes autocráticos mobilizando as pessoas a acreditarem em coisas sem a menor consistência e coerência com a realidade é uma chance muito frequente em relação a modalidade co-ativa e composta.


Seja qual for o imaginário coletivo, na vida diária estamos bem mais tempo em modo tarefa e pouco em modos reflexivo e de relacionamento. Isso significa, que absorvidos por fazeres, muitas vezes sem sentido, não pararam para conversar a respeito do. Que realmente interessa. E sem compor nossos imaginários, não há como tomar decisões entre si. Não tomando a nossa responsabilidade e delegando a um líder onipotente negamos a nossa própria potência pessoal, em família, grupos e equipes.


Não admira que os políticos isolados em suas ilhas de poder assim como nós nas nossas ilhas de consumo, façam coisas distorcidas como defender os interesses deles e não os nossos. Eles são o espelho da gente.

©© Copyright Neurocom Sérgio Spritzer

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