Introdução do livro: A Interação Humana: O Desafio do Século 21.

Atualizado: 11 de mar.

© Sérgio Spritzer, setembro 2021


A interação humana tem ficado cada vez maior, complexa e desafiadora desde o início da civilização. E o desafio ganhou escala quando entramos na sociedade industrial e mais ainda com a revolução da alta tecnologia representada pela internet. Desde o modo de perceber dentro da sociedade digital, parece iminente que as relações humanas perderão o seu lugar para os automatismos das máquinas. E mais ainda: que na melhor das hipóteses haverá máquinas inteligentes que tomarão o nosso lugar.


Afinal qual tem sido o nosso lugar como espécie humana e como um artifício que nós criamos poderia nos substituir? A ideia de que nos somos uma espécie de supercomputadores cibernéticos que se programam a si mesmos tem prosperado desde a “revolução das máquinas” como eu chamo a revolução industrial até a revolução da alta tecnologia digital que vivemos até o momento. Ela está, na minha percepção dando lugar a outra revolução, também tecnológica, talvez, mas dessa vez não digital e cibernética e sim mental e operada de forma analógica.


Falamos muito da internet das coisas com o advento da velocidade de transmissão 5G e em breve da 6G. Mas ainda poucos têm o horizonte do que pode ser chamado de ou sociedade voltada para as pessoas, o horizonte da tecnologia voltada para a interação humana. Se colocada ao lado da internet das coisas poderíamos fazer uma analogia e dizer que então ela seria uma internet das pessoas. Nela, o foco não será mais nas coisas e no fazer instrumental e sim nas pessoas e no fazer relacional.


Na “internet das pessoas”, já não tem tanta relevância a eficiência tecnológica por si mesma, pois ela está sendo alcançada cada vez mais facilmente. Vão ficar obsoletos os parâmetros tradicionais de uma métrica digital de espaço e de tempo. Por exemplo, predeterminar o tempo de finalização de um projeto de uma maneira linear e de cima para baixo. Todos os dias acordamos com mil planos na cabeça e eles nunca se realizam da forma como cada um planeja. E no outro dia novamente dormimos e acordamos com novos planos linearmente estabelecidos, autoimpostos, ou impostos por outros, que também nunca acontecem. Há uma espécie de cegueira psíquica coletiva de não perceber, apensar de todas as evidências contra, que nenhum planejamento feito por alguém isoladamente vale para uma coletividade. É o movimento interativo, o que se passa entre as pessoas que vai pós-determinar o que de fato vai acontecer e não o poder ou prestígio e até mesmo a competência do individuo tomado isoladamente. É o andara da carroça que faz o caminho; e para a surpresa de muitos, não estamos sozinhos.


Uma pessoa vinda de um ambiente de trabalho de alta tecnologia, fortemente marcado pela precisão e pressão em cumprir metas e entregar resultados, se surpreende diante de uma coleção variada de profissionais que em meio turno na sua casa, vindos de diferentes equipes, conseguem trabalhar juntos e comporem os resultados em um tempo surpreendente. Elas se reconhecem e se umas às outras naturalmente. E o resultado aparece. Simples e fácil. Surpreendente. Magico.


O sujeito lembra de uma tendência de “hoje em dia” dos colaboradores se guiarem por ondas de tendências de resultados e de fato, não mais se basearem em tempo preestabelecidos. Haveria uma nuvem de dados iluminando com luzes o teatro das operações e iluminando o caminho dos atores. Isso parece lindo, mas tem limitações. Vejamos quais:



Havia um espetáculo teatral chamado de lanterna mágica. Nele os atores manipulavam lanternas para causar um efeito visual alucinante na plateia, ativando a imaginação das pessoas para verem formas de coisas, pessoas e bichos em forma de desenhos muito cativantes. O resultado é encantador. Mas não se iluda: Quem produzia tais resultados eram as pessoas interagindo entre elas e não as luzes que elas carregavam com maestria.


Existem pessoas por trás de ondas de dígitos nas nuvens como por trás das lanternas do teatro. Nem os dígitos ou luzes aparecem do nada.


As interações humanas vêm antes das invenções tecnológicas e visam facilitar o modo como elas acontecem. A ideia de que o artifício criado pela relação das pessoas com as outras e com as coisas tendem substituí-las é altamente questionável.


Máquinas são feitas para resolver problemas que humanos definem como relevantes. Se existisse uma máquina que calculasse a relevância de um problema ela seria analógica e não digital. A mente humana trabalha de uma forma essencialmente analógica mesmo que nesse momento civilizatório a gente de destaque ao modo como criamos artifícios digitais. Talvez o maior equívoco dos nossos tempos seja o de atribuir à mente uma competência essencialmente digital de operação quando na verdade ela é movida à desejos, motivações e expectativas “não lineares” e “complexas” como é o mundo quântico relativístico descoberto pelos físicos. Talvez justamente não seja por um mero acaso o uso dessas expressões um tanto ambíguas e da necessidade paradoxal de criar princípios tal como o da incerteza de Heisenberg de não saber exatamente qual é o estado objetivo de um evento (no caso dele de um gato, vivo ou morto por abri um recipiente com radiação dentro de uma caixa invisível aos olhos do observador externo). Não se pode determinar a ocorrência de um fenômeno sem saber qual a posição do observador. Isso não vale, obviamente só para a física como também para todas as formas de ciência. É nessa medida que o modo como percebemos a realidade “altera” a realidade. ela e sempre e invariavelmente muito mais complexa do que o modo como a vemos.


Sim, mas há coisas que existem de forma independente da mente humana! De fato, existem. Você pode olhar a lua lá no céu e ela existe mesmo depois que você deixar de existir. De fato. Mas...


O mas é: Se a raça humana em um ato insano resolver bombardear a lua com todas as armas nucleares que tem ou que podem fazer, ela deixaria de existir e haveria uma nova ordem cósmica que certamente não incluiria a raça humana que fez isso.


Essa reflexão serve para colocar em evidência tanto a capacidade humana de perceber “a” realidade como a de transformá-la radicalmente com as invenções que faz a respeito do que descobre.


Isso assusta o pensador tradicional da ciência. Para ele, o cientista sempre é neutro. Desde o ponto de vista das interações humanas ele nunca é neutro. Tal como o princípio da incerteza na física e das pessoas por trás das lanternas, sempre há um sujeito por trás de uma observação.


Máquinas e artifícios tecnológicos (a chamada “inteligência artificial”) não tem como pensar o que mais e melhor nos motiva, realiza, satisfaz, preenche, mobiliza e afeta.


Essa inteligência, a da interação humana só pode ser compreendida entre humanos ainda que mediada pela tecnologia digital.


Ainda estamos vivendo em ambientes altamente digitalizados, reduzindo a realidade das relações humanas a escolhas lineares binárias expressas quantitativamente, que oferece uma compreensão linear e superficial das experiências vividas.


Tal como na torre de babel do velho testamento, estamos fazendo muitas coisas juntos sem saber muito bem de forma composta como isso acontece e o que isso significa para nós em conjunto.


Na pandemia de Covid19 todos sabiam a tempo a possibilidade de ela acontecer, mas não de como fazer para ela não acontecer. O que faltava não era conhecimento tecnológico para examinar probabilidades produzir estatísticas e testar vacinas e sim de como a gente precisaria interagir de uma forma composta, usando estas informações constituindo uma logística inteligente de relações humanas, para enfrentar esse desafio que é para toda a espécie humana e não para alguns de nós.


Pensamento Digital e Analógico.

A fronteira entre ambientes orientados digitalmente (quantificadores e orientadas para lidar com a realidade objetiva) e ambientes orientados analogicamente (qualificadores dos fenômenos, buscando a apreensão de sentidos subjetivos) aparece em situações que encontraremos em breve como a dos carros autônomos. Teorias de sistemas digitais como a cibernética são interessantes para explicar o funcionamento das máquinas. Elas se complementam o tempo todo na forma como a mente trabalha. Por exemplo, ao usar o conceito de probabilidade, digamos, de uma pandemia aparecer no mundo os epidemiologistas usaram simulações estatísticas assim como os operadores das bolsas de valores usam. Mas para sensibilizar as pessoas tais tendência matemáticas precisam ser imaginadas por populações de pessoas. Caso contrário elas não têm como fazer uso prático desse conhecimento. No caso da pandemia de convid19 tanto quanto nas quedas das bolsas de valores, só as pessoas mais preparadas para imaginar tem a sensibilidade para posicionar-se. No caso muito conhecido, certa vez Warren Buffet megainvestidor não aconselhou ninguém a investir na bolsa NASDAC de tecnologias que estava dando um boom para cima, porque “não cheirava bem”: uma impressão analógica e não uma explicação digital ou seja, provável numericamente e compreensível e expressável pela fala e pela escrita de uma maneira logica linear e sequencial. Semanas depois aconteceu um crash da bolsa e um lucro extraordinário do sábio investidor. No caso dos alertas para as pessoas prevenirem-se da pandemia, era necessário que os povos de todo o mundo pensassem juntos para se beneficiar dessa informação. Infelizmente, apesar de líderes renomados expressarem essa preocupação com o futuro, como o ex-presidente americano Barak Obama e o mega bilionário das tecnologias, Bill Gates, a humanidade não conseguiu imaginar a tempo até hoje um modo de se beneficiar de informações como uma inteligência coletiva.


Pensar de forma composta tem se restringido a grupos muito particulares em nossa sociedade e mesmo ao longo da história da civilização.


Não estamos habituados a pensarmos em conjunto como humanidade para benefício próprio. Isso é urgente não só por demandas de saúde, como pelas demandas de clima, economia, educação e tudo o mais. Não temos mais espaço e falta tempo para alcançarmos uma forma composta de nos pensarmos antes que seja tarde.


A posição do observador não é neutra.


O leitor deve notar que aqui não vamos usar a distinção digital e analógico como nos textos de física, da eletrônica e cibernética que inspiraram textos de comunicação humana como o de Watzlawick[1], mais voltados no plano da observação comportamental com a posição do observador estabelecida como neutra. Acreditamos que ela não é. Tal com na física quântica relativística ela varia com a forma de observação. Em uma interação humana, dependendo da posição de observação o sentido do que acontece varia e muito. na primeira posição, associado a ele, o sujeito percebe de uma fora a si mesmo e ao outro. Do lugar do outro, o evento implicando a si mesmo e o outro é percebido de uma forma bem diferente. Muitas vezes basta essa troca de posição para ambos se darem conta do que realmente interessa na interação deles. Outras vezes é preciso colocar-se em posição terceira, de fora da interação percebendo o contexto relacional para compreender o que realmente interessa e faz diferença. Outras vezes é preciso sair daquele contexto em particular e ir alem das suas particularidades, viajando no espaço e tempo das ocorrências desse padrão de interação para perceber o que está variando, se repetindo de uma forma não desejada e inadvertida e projetar um futuro melhor. Veja isso ilustrado no gráfico abaixo que será retomado mais adiante:




Nos interessa aqui abordar as formas como as pessoas representam mentalmente a experiência delas ao interagirem. Mais ainda, nos interessa o modo como imaginam a representação de um coletivo ou composto de experiências, como fruto dessa interação, tanto mental quanto comportamental.

Fazer analogias e metáforas com a fala são formas de pensamento analógico e isso evoca a imaginação. Contar histórias e estórias e tudo que evoca imaginação sensorial é analógico. Examinar esse mesmo fenômeno analisando números de palavras, suas tendências combinatórias é uma abordagem digital.

Contar números e quantificar eventos é um fato digital, a menos que isso seja utilizado para dar exemplos, pois nesse caso evocamos uma imagem mental e não utilizamos a quantificação abstrata como fim em si mesma. A abstração, transformação de fenômenos em medidas dele que vão servir para operação operar sobre a realidade é um modo digital. A imaginação é a criação de um modelo, esquema ou modelo de realidade por semelhança e não diretamente por meio da quantificação dela. É nesse sentido que essa é uma operação analógica.

O número abstrato, fruto das operações digitais vai precisar gerar, via imaginação do investigador, um modelo analógico usado desde a criação do método de pesquisa até a sua interpretação final, no mundo das coisas vividas sensoperceptivametne, o mundo real, não abstrato. Não há como escapar das operações analógicas da mente.


Por sua vez as semelhanças, comparações e analogias podem ser medidas e operadas digitalmente sem se transformar em conteúdo de natureza digital, as abstrações puras.


A chamada Postura Fenomenológica de qualificar sistematicamente a essência da experiência percebida e da Clínica de estudar cada caso de uma forma especifica, tem em comum a qualificação final do que é examinado e são tipicamente abordagens do tipo analógico enquanto a postura do investigador experimental de medir para conhecer o fenômeno é tipicamente digital. Na prática, ambos os modos de pensar e agir se combinam de diferentes formas.


Mesmo admitindo um complexo de processo digitais por exemplo, na autonomia de um veículo de transporte de cargas ou pessoas, ele é ainda assim um veículo para alguém que precisa determinar o sentido desse movimento, operando equipamentos digitais em uma rede de relações que são analógicas. Isso significa que o passageiro e as outras pessoas precisam imaginar-se e reconhecer-se em meio a tal aparato tecnológico digital sob risco de perderem o sentido dessa dita autonomia. O equipamento em si não tem autonomia a não ser aquela atribuída pelo seu construtor e condutor.


Os usuários precisam imaginar uns aos outros usando tecnologias digitais. Elas só serão efetivamente “autônomas” quando a interação humana estiver no seu comando. Tal comando analógico de tecnologias digitais requer uma expansão, da nossa competência em imaginar, pois será através da imaginação que lidaremos com a tecnologia que irá nos servir.


A complexidade das interações entre o modo de pensar digital, voltado para a quantificação e produção de dados abstratos e o modo de pensar analógico, voltado para a qualificação dos sentidos durante a interação, recoloca a presença do corpo humano e o pensamento analógico em jogo, liderando as operações digitais estáticas e oferecendo um caminho para compreender e lidar com as interações humanas.


As tentativas de simular processo analógicos como se fossem digitais não tem tido sucesso. Por exemplo, criar uma forma de vida como a de uma célula sintética tem se mostrado impossível. Mas manipular a sua existência, o que é muito diferente, sim é muito viável e tem sido feito como na bioengenharia genética.


Sem o modo analógico de pensar, implicando nossas intenções, desejos, expectativas, motivações, sentimentos, afetos e emoções, o pensar digital entraria em colapso. Por outro lado, as limitações do modo digital recortam o campo no qual a interação pode (ou não pode) acontecer, arbitrariamente. É como as regras do jogo que delimitam as condições dentro das quais ele acontece. As regras não jogam e sim os jogadores. Sem elas o jogo não acontece. Só com elas também não.


Pilotar a Imaginação ao invés de Teclar Teclados.


Não tem sentido teclar pessoas como se fossem máquinas dando comandos passivos a respeito do que elas devem fazer sem implicá-las nisso. Quem faz precisa pensar no que faz de forma desautomatizada. Caso contrário poderá fazer coisas a respeito do que não pode perceber sentidos e assumir responsabilidades. A diferença desse comportamento e de uma máquina que serve a alguém é praticamente nula. Isso está acontecendo de uma forma tão massiva que parece natural, desde o início da era industrial e agravando-se com a era digital. Felizmente as tecnologias digitais estão dando lugar a uma segunda revolução tecnológica com tecnologias analógicas, mobilizando nossos sentidos físicos e mentais, demandando a consciência, a imaginação e a visão compartilhada das pessoas em ambientes de alta interatividade.


Da era dos dedos (digital) e das coisas estamos nos movendo aceleradamente em direção à uma era de pensar analógico valorizando a qualidade das relações entre as pessoas e até mesmo entre pessoas e coisas. Uma boa relação. Com o cliente, com os amigos, com o ambiente vida pessoal e de trabalho, a experiência de interação com a natureza nas feiras e passeios, será cada vez mais decisiva do. que apenas a eficiência da atividade. A atividade instrumental será muito facilmente automatizável como tecnologia digital, mas não a interação humana que tende a recriar-se e inovar-se continuamente.


Ao invés de ficar estáticos frente a telas planas de computadores, a tendência é readquirir movimentos no espaço e tempo e serão eles, as expressões mímicas, faciais, gestuais e a nossa fisiologia que liderarão as tecnologias digitais.

Teremos que interagir com a nossa própria realidade e a dos outros mediante processos predominantemente analógicos e não mais tão digitais.


Os processos analógicos utilizam informações semelhantes aos nossos sentidos, sentimentos e pressentimentos através da imaginação para mediar as nossas relações tanto com o mundo físico, biológico quanto mental, pessoal e coletivo. Eles são por natureza uma relação entre duas ou mais formas de representar a realidade e por isso se sustentam em interações. As interações humanas implicam em processos analógicos e precisam ser conhecidas e examinadas com base neles.


Isso terá um enorme impacto em nossas mentes um tanto reduzidas a pensar de formas lineares e superficiais a realidade. O corpo tridimensional será reabilitado e interagido com base em realidades criadas digitalmente. Mas a interação nelas não será mais digitalmente orientada.


A realidade analógica, de caráter intersubjetivo, passa a ser o centro da nossa atenção. É pela busca da semelhança, da isomorfia, da simulação de realidades para lidar “de fato” com elas, pela aprendizagem por espelhamento e modelagem (como se descobre nas neurociências com os “neurônios em espelho”)[2]. Compreendemos as próprias máquinas em analogia a nós mesmos. Tanto que conversamos imaginariamente com elas para saber o que elas querem nos dizer, mesmo sabendo que elas não falam nem pensam; são programadas para interagir com a gente de uma forma cada vez mais humanizada. Isso é natural.


Ainda quando crianças, em todas as culturas, nossa atividade imaginária nos faz acreditar que o chão segura os corpos da gente e o ar faz uma pipa flutuar no céu. Se tal pensamento “mágico” e relacionado a forma como a mente opera por analogia só fenômenos físicos, não acontecer, a criança não progride em direção à capacidade logico racional, como demonstrou Jean Piaget[3]. O modo analógico vem primeiro do que o digital e lhe serve de suporte. Essa é também a estrutura da mente humana: um processamento analógico que suporta outro digital, sobreposto. Sem a base analógica as operações digitais ficam vazias de sentido.


Animamos a realidade para que ela exista desde quando crianças, e continuamos a fazer isso como adultos comuns, como poetas e como cientistas. Não há como acessar a realidade em si mesma. Interagimos com ela via imaginação. Ela é um sistema psíquico essencial para o funcionamento da mente.


Neste livro o autor busca modos de estarmos Com-Cientes de Si de Si com si mesmos e com outras pessoas e coisas, através de métodos e práticas que chamamos de Com-Versação.


Por Com-Versação o leitor vai aprender a lidar com a capacidade de interagir e compor-se com as representações que faz de si em relação a si mesmo e de si com os outros e com os ambientes, aprendendo a situar-se de forma ampliada em realidades próprias do mundo contemporâneo. Situando-se de forma dinâmica e flexível expande sua possibilidade de perceber, definir e resolver desafios, percebendo-se em uma rede de pessoas e não como elemento isolado.

Achou interessante? Então participe da live que vai falar destes conceitos com demonstrações.


Dia 9 de novembro às 19h30

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