O Nascimento do Imaginário

Atualizado: 11 de mar.

Ainda está sendo estudado como e quanto a interação das pessoas com superfícies através de suas digitais oferece uma ajuda ou obstrui nossa ambição de interagir, criar e nos relacionar com o mundo e o mundo dos outros. O que aparece é um mundo feito para ser visto, programado para ser absorvido e consumido como tal.


O desafio que aí se apresenta, que é novo na história humana, é o de conhecer os diferentes imaginários que se produzem a fim de discerni-los de onde vem, do que são feitos e para onde nos conduzem.


Não apenas para tirar proveito de um efeito placebo. É para mais além disso, conhecer como a fenomenologia imaginária se forma, se deforma e se reforma. Como ela se define, resolve e dissolve dando lugar a novos imaginários que nos interessem.


Sem discernir a linguagem do imaginário, as suas dinâmicas, e como nós estamos direta e indiretamente implicados nelas, confundimos suas dimensões como falar de uma mente dentro do cérebro e uma energia dentro da matéria ou uma carga genética dentro de um cromossoma. São operações imaginarias distintas e implicadas.


O desafio para sobreviver em um ambiente digital e pós digital é saber como são gerados esses imaginários e como lidar com eles, redefini-los e gerar outros melhores.


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