Praticando a Clínica do Imaginário.

Atualizado: Mar 15

Sérgio Spritzer © 2021

Conheça o modelo original de abordagem do Imaginário como função.


Os pressupostos são:

1. Os seres vivos, por definição são compreendidos ( por nós, humanos,) como tendo alguma forma de “intenção” ou propósito inato, de preservar-se, desenvolver-se e multiplicar-se.

2. Essa “intenção” evolui, na história biológica, em uma “mente” e nela aparece a função imaginária. Ela opera nos seres vivos tanto para objetivar realidades quanto para subjetivá-las, interiorizar e exteriorizar, sendo que ambas as formas se compõem procurando manter a estabilidade e a coerência.

3. A realidade é sempre filtrada pelo Imaginário. A linguagem e a comunicação são instrumentos para compreender pessoalmente e socialmente como imaginamos a realidade, mas não são em si esse imaginário: a palavra “árvore” ou a percepção “física” da árvore não são a árvore que eu imagino.

4. O fenômeno imaginário vem de experiências vistas, ouvidas e sentidas, compostas, não redutíveis nem a estrutura da linguagem, que ajuda a operar essa realidade e nem é em si mesmo a realidade objetiva que ele representa.

5. As teorias de criação do universo, da ciência e das diferentes religiões e culturas são criações do imaginário humano. A única certeza que temos é a de que criamos realidades e não de que elas existem em si mesmas.

6. O investigador físico ou biológico “fixa” a realidade para examiná-la tanto quanto um psicoterapeuta ou um investidor do mercado financeiro precisa fixar o que percebe para compreender o passado, presente e projetar o futuro.

7. O trauma é uma “fixação” imaginaria de uma realidade incoerente com a vida, operando como uma “bolha inerte” do espaço tempo pessoal e até mesmo coletivo, agindo como um corpo estranho e ativando reações de defesa. Dai a necessidade de terapias e consultorias, para resgatar as formas reflexivas de lidar com ele.

8. Se as realidades são inventadas, e as pessoas imaginam como ela foi concebida (e não como ela “é”), então elas poderão alterar a sua forma e com isso mudar seus efeitos e, ainda, aprender a respeito de como geram imaginários limitantes e como facilitar outros mais inspiradores.


9. Um imaginário é considerado como a forma como o ser humano compreende a reação de defesa imunológica, mental ou social de um povo. O imaginário humano tende a buscar o que há em comum na diversidade bio-psico-social.

10. Podemos mudar favorecendo nossas intenções na direção das nossas expectativas e isso fica muito mais fácil quando é feita de forma sinérgica no plano físico e mental, e em grupo.


Inscreva-se para a live de apresentação do curso: Imagine: O Desafio do Século 21

Data prevista para live: 25/03

Inscrições pelo e-mail contato@neurocom.com.br.

©© Copyright Neurocom Sérgio Spritzer

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